Hoje finalmente tornei-me proprietária de um imóvel.
Depois de muitas indecisões em que oscilei, entre a certeza absoluta de que nunca iria comprar casa e a necessidade de ter o meu espaço,
finalmente posso dizer, que num futuro próximo este imóvel se irá transformar na minha casinha.
Aproxima-se uma nova etapa na minha vida, que espero partilhar com a minha família e os meus amigos,
pois uma casa não são as paredes nem os móveis, são as pessoas que nela vivem e a frequentam, é um ambiente acolhedor e as portas abertas em qualquer ocasião.
Espero poder dizer muito em breve BEM VINDOS Á MINHA CASA.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
O COMPASSO
Por vezes acontece-me ver a preto e branco, como se os meus olhos filtrassem toda a cor, espero que isso não me classifique como uma pessoa "cinzenta".
Neste último Domingo tive um desses momentos.
UM COMPASSO
Fumo branco de foguetes,
Fardas escuras em movimentos cadenciados,
O preto e branco da batina do pároco,
Rostos sulcados de rugas emoldurados pelo mais negro dos lenços,
Uma palete de cinzentos cantando em latim,
Na ausência da cor fica o essencial,o âmago de todas as coisas,
Nesse Domingo foi a CRUZ DE CRISTO RESSUSCITADO.
Neste último Domingo tive um desses momentos.
UM COMPASSO
Fumo branco de foguetes,
Fardas escuras em movimentos cadenciados,
O preto e branco da batina do pároco,
Rostos sulcados de rugas emoldurados pelo mais negro dos lenços,
Uma palete de cinzentos cantando em latim,
Na ausência da cor fica o essencial,o âmago de todas as coisas,
Nesse Domingo foi a CRUZ DE CRISTO RESSUSCITADO.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
AS HORAS
As horas entre nós...
Silêncios comungados,
Abraços dados,
Palavras trocadas,
Olhares partilhados,
Há muito entre nós...
Entre nós não há distância,
Não existe intolerância,
Somos lados de uma só ponte.
Entre nós só o rio nos separa...
Silêncios comungados,
Abraços dados,
Palavras trocadas,
Olhares partilhados,
Há muito entre nós...
Entre nós não há distância,
Não existe intolerância,
Somos lados de uma só ponte.
Entre nós só o rio nos separa...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
ERA UMA VEZ...NA ESTAÇÃO
A voz metálica que saía do altifalante anunciava a chegada do comboio internacional , não precisava de olhar o relógio para saber que eram 17.38h.
Inclinou-se sobre o parapeito da janela mourisca sobranceira á gare,
para mais uma vez, se deleitar com a azáfama que decorria na estação.
Pensou, a vida é como uma plataforma, constantes partidas e chegadas,
local de encontros e desencontros, abraços, risos e lágrimas.
Uma viagem em direcção ao desconhecido(destino).
Em tempos, também ela tinha partido, olhou o mundo por outras janelas,
fez parte da estória de outras plataformas.
Das viagens, para além da oscilação reconfortante do comboio, recorda a paisagem em movimento, que enquadrada pelas janelas rectangulares,
surgia-lhe como fotogramas tirados de um filme.
Pequenas fracções de um mundo, por vezes muito complexo para se entender no seu todo.
Uma brisa despenteou-lhe os cabelos agora brancos,
levantou-se para fechar a janela, acariciou as portadas velhinhas.
Era bom partir, mas não há como regressar a casa.
O comboio retomava a sua marcha,
alguém na plataforma acenou um último adeus.
E as portadas da janela mourisca foram fechadas.
Inclinou-se sobre o parapeito da janela mourisca sobranceira á gare,
para mais uma vez, se deleitar com a azáfama que decorria na estação.
Pensou, a vida é como uma plataforma, constantes partidas e chegadas,
local de encontros e desencontros, abraços, risos e lágrimas.
Uma viagem em direcção ao desconhecido(destino).
Em tempos, também ela tinha partido, olhou o mundo por outras janelas,
fez parte da estória de outras plataformas.
Das viagens, para além da oscilação reconfortante do comboio, recorda a paisagem em movimento, que enquadrada pelas janelas rectangulares,
surgia-lhe como fotogramas tirados de um filme.
Pequenas fracções de um mundo, por vezes muito complexo para se entender no seu todo.
Uma brisa despenteou-lhe os cabelos agora brancos,
levantou-se para fechar a janela, acariciou as portadas velhinhas.
Era bom partir, mas não há como regressar a casa.
O comboio retomava a sua marcha,
alguém na plataforma acenou um último adeus.
E as portadas da janela mourisca foram fechadas.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
INVERNO A QUANTO OBRIGAS!
Já não aguento mais o Inverno!!
Não aguento mais reportagens que exibem gente em delírio em volta de um floco de neve,
Não aguento notícias de ondas de oito metros,
Não aguento os comentários dos fenómenos climatéricos que já não ocorriam desde " 1900 e troca o passo".
O meu Inverno não teve bonecos de neve e as ondas estiveram flat ,
Só tive chuva e frio, pelo que ou andei molhada ou encolhida e cheia de roupa.
Para não faltar estou constipada!!
Agora compreendo os índices de depressão nos países nórdicos.
SALVEM -ME DESTE INVERNO!!!
Não aguento mais reportagens que exibem gente em delírio em volta de um floco de neve,
Não aguento notícias de ondas de oito metros,
Não aguento os comentários dos fenómenos climatéricos que já não ocorriam desde " 1900 e troca o passo".
O meu Inverno não teve bonecos de neve e as ondas estiveram flat ,
Só tive chuva e frio, pelo que ou andei molhada ou encolhida e cheia de roupa.
Para não faltar estou constipada!!
Agora compreendo os índices de depressão nos países nórdicos.
SALVEM -ME DESTE INVERNO!!!
domingo, 4 de janeiro de 2009
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