Receita para duas pessoas (se não forem muito comilonas)
-1/2 cebola tamanho médio
-linguiça ou restos de frango previamente cozinhado ou Bacon é à escolha do freguês
-pimento vermelho em tiras fininhas o bastante para dar cor
-cogumelos na quantidade que mais lhes agradar
-30g de manteiga Vaqueiro (salvo a publicidade)
-3 ovos
-sal
-pimenta preta ou branca conforme o que tiverem na dispensa
-oregãos
Na frigideira coloquem a manteiga, depois desta derreter juntem a cebola e deixem cozinhar até estar mole, juntem os cogumelos e o pimento.
Entretanto partem os ovos numa tigela, temperem com sal e pimenta e de seguida batam com um garfo, quem tiver uma cozinha mais completa pode utilizar uma vara de arames que sempre dá outro estilo.
Retirem os legumes da frigideira depois de confirmar que estes estão cozinhados senão é uma chatice, e reservem-nos.
Coloquem os ovos batidos na frigideira sobre lume brando, agitando de vez em quando até os ovos começarem a coagular. Por cima espalhem a mistura dos legumes com o elemento extra escolhido.
Salpiquem com oregãos.
Reduzam o calor, tapem a frigideira e deixem cozinhar.
Espero que gostem, eu adorei foi hoje o meu jantar.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
CAFEÍNA
Há poucos meses atrás decidi deixar de beber café, andava com o coração aos pulos e achei que a cafeína ajudava á festa.
-Porque é que andava com o coração aos pulos?
Não sei, fisicamente estava tudo bem com este meu músculo cardíaco,
só que de vez em quando parecia que queria sair me pela boca.
Acho que o meu coração só queria dizer, olha eu estou aqui, que tal dares-me algum uso!
Bem, deixando de parte todas esta ilações, a verdade é que agora o dito cujo já bate a um ritmo mais aceitável, constatou que não tem outro remédio senão resignar-se aos caprichos da sua portadora.
Voltando ao âmago do assunto, depois de meses a beber descafeinado, tomei hoje de manhã uma meia-de-leite e após o almoço um café, e claro está, manifestou-se mais uma vez um dos efeitos secundários que a cafeína despoleta na minha pessoa uma verborreia imparável.
Sou uma pessoa pouco faladora, especialmente com pessoas que conheço á pouco tempo.
Com os meus amigos é muito mais fácil, eles lá me vão aturando, entre os meus silêncios e a necessidade de contar tudo ao mais ínfimo pormenor, como se o mundo fosse acabar amanhã.
-Porque é que andava com o coração aos pulos?
Não sei, fisicamente estava tudo bem com este meu músculo cardíaco,
só que de vez em quando parecia que queria sair me pela boca.
Acho que o meu coração só queria dizer, olha eu estou aqui, que tal dares-me algum uso!
Bem, deixando de parte todas esta ilações, a verdade é que agora o dito cujo já bate a um ritmo mais aceitável, constatou que não tem outro remédio senão resignar-se aos caprichos da sua portadora.
Voltando ao âmago do assunto, depois de meses a beber descafeinado, tomei hoje de manhã uma meia-de-leite e após o almoço um café, e claro está, manifestou-se mais uma vez um dos efeitos secundários que a cafeína despoleta na minha pessoa uma verborreia imparável.
Sou uma pessoa pouco faladora, especialmente com pessoas que conheço á pouco tempo.
Com os meus amigos é muito mais fácil, eles lá me vão aturando, entre os meus silêncios e a necessidade de contar tudo ao mais ínfimo pormenor, como se o mundo fosse acabar amanhã.
Depois do dia de hoje só me resta ir reduzindo á dose de cafeína, esperando manter o fluxo palavroso.
sábado, 3 de outubro de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
BRINCAR COM A IMAGINAÇÃO

Vivi num planeta em plena fase de colonização, pilotei um caça aeroespacial,
mas acabei por aterrar no canteiro de flores do meu quintal.
No alto Egipto fui arqueóloga enfrentei tempestades de areia,
mas em vez de desenterrar achados arqueológicos, enterrava-os,
mas perdi sempre o mapa do tesouro.
Fui uma exploradora intrépida, mas depois de tantas terras descobertas
fui mal compreendida e colocada de castigo.
Peguei touros no Campo Pequeno, e como cavaleira dei várias voltas à arena,
mas a valentia do dia era contrariada pelos pesadelos da noite.
Era tão fácil brincar bastava imaginar.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
VIAJAR
Agradeço a DEUS a possibilidade de ter realizado alguns dos meus sonhos de criança, nem todos têm essa graça.
Cresci a observar o mundo pela televisão e pelos livros, muitas vezes imaginei como seria estar em todos aqueles sítios com grande relevância histórica,ou como seria ver com os meus olhos as grandes obras de arte.
Não conhecia ninguém que tivesse viajado pelo prazer do conhecimento e da cultura, pelo que isso me parecia algo muito distante de alcançar.
No entanto, aqui estou, entre o sonho e a realidade.
Em Londres, voltei a ser adolescente quando entrei no museu da cera, fiquei sem palavras nos corredores da National Galery, museu britânico e de história natural.
Em Assis-Itália percorri as mesmas ruas que S.Francisco de Assis e S.António de Lisboa, ouvi a sua história, junto ao seu tumúlo, contada por um frade franciscano, e a emoção transbordou do meu coração e dos meus olhos.
No Brasil viajei com Pedro Alvares Cabral quando entrei na baía de Guanabara.
Na Tunisía andei por terras de Cartago, e revi mentalmente os mapas da batalha dados na escola, mas agora estava onde tudo tinha acontecido.
Andei de camelo no deserto com Lawrence D`Arábia, pronta para viver uma história de mil e uma noites.
Em Cuba fui revolucionária.
Na Índia e Nepal, parecia impossível mas ali estava frente ao Taj-Mahal a 8ª maravilha do mundo.
Sobrevoei o Evereste e algumas das montanhas da cordilheira dos Himalaias, estava a viver um dos capítulos da viagem ao mundo em 80 dias.
Fiz um dos Caminhos de Santiago, e nasceu em mim uma outra dimensão que só quem percorre estes caminhos, calcorreados desde os tempos medievais, com sentido de peregrinação pode compreender.
Cresci a observar o mundo pela televisão e pelos livros, muitas vezes imaginei como seria estar em todos aqueles sítios com grande relevância histórica,ou como seria ver com os meus olhos as grandes obras de arte.
Não conhecia ninguém que tivesse viajado pelo prazer do conhecimento e da cultura, pelo que isso me parecia algo muito distante de alcançar.
No entanto, aqui estou, entre o sonho e a realidade.
Em Londres, voltei a ser adolescente quando entrei no museu da cera, fiquei sem palavras nos corredores da National Galery, museu britânico e de história natural.
Em Assis-Itália percorri as mesmas ruas que S.Francisco de Assis e S.António de Lisboa, ouvi a sua história, junto ao seu tumúlo, contada por um frade franciscano, e a emoção transbordou do meu coração e dos meus olhos.
No Brasil viajei com Pedro Alvares Cabral quando entrei na baía de Guanabara.
Na Tunisía andei por terras de Cartago, e revi mentalmente os mapas da batalha dados na escola, mas agora estava onde tudo tinha acontecido.
Andei de camelo no deserto com Lawrence D`Arábia, pronta para viver uma história de mil e uma noites.
Em Cuba fui revolucionária.
Na Índia e Nepal, parecia impossível mas ali estava frente ao Taj-Mahal a 8ª maravilha do mundo.
Sobrevoei o Evereste e algumas das montanhas da cordilheira dos Himalaias, estava a viver um dos capítulos da viagem ao mundo em 80 dias.
Em Praga foi como entrar num mundo kafkiano e em Amesterdão fui inteiramente cosmopolita.
Fiz um dos Caminhos de Santiago, e nasceu em mim uma outra dimensão que só quem percorre estes caminhos, calcorreados desde os tempos medievais, com sentido de peregrinação pode compreender.
Só espero que estas viagens continuem pois elas enriquecem o meu espírito, a minha alma, os meus conhecimentos, por vezes não são aquilo que esperamos, apresentam-se algumas adversidades mas também com elas podemos aprender.
Espero ter sempre amigos com quem as partilhar, dividir todos esses momentos, pois as viagens não são só físicas , são também de sentimentos.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
A MINHA CASA
Hoje finalmente tornei-me proprietária de um imóvel.
Depois de muitas indecisões em que oscilei, entre a certeza absoluta de que nunca iria comprar casa e a necessidade de ter o meu espaço,
finalmente posso dizer, que num futuro próximo este imóvel se irá transformar na minha casinha.
Aproxima-se uma nova etapa na minha vida, que espero partilhar com a minha família e os meus amigos,
pois uma casa não são as paredes nem os móveis, são as pessoas que nela vivem e a frequentam, é um ambiente acolhedor e as portas abertas em qualquer ocasião.
Espero poder dizer muito em breve BEM VINDOS Á MINHA CASA.
Depois de muitas indecisões em que oscilei, entre a certeza absoluta de que nunca iria comprar casa e a necessidade de ter o meu espaço,
finalmente posso dizer, que num futuro próximo este imóvel se irá transformar na minha casinha.
Aproxima-se uma nova etapa na minha vida, que espero partilhar com a minha família e os meus amigos,
pois uma casa não são as paredes nem os móveis, são as pessoas que nela vivem e a frequentam, é um ambiente acolhedor e as portas abertas em qualquer ocasião.
Espero poder dizer muito em breve BEM VINDOS Á MINHA CASA.
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